1- Propor, discutir e cobrar com urgência o problema da falta de professores;
2- Propor, discutir e cobrar a reforma do currículo acadêmico de Comunicação Social para adequá-lo a realidade tecnológica e de mercado;
3- Elaborar um plano de execução de projetos para melhorar a auto-estima do estudante de comunicação. Sendo necessário para alcançar tal fim, melhorar a imagem da área de comunicação social e da capacidade profissional do aluno;
4- Como todos sabem, este ano, a imprensa completa 200 anos (no Brasil), ou seja, momento ideal para se fazer um evento de aproximação da acadêmica com o mercado por meio de seminário ou curso de extensão, que os profissionais do mercado (redação e assessoria de imprensa) poderiam mostrar como realmente o negócio acontece. Por outro lado, os professores da academia poderiam mostrar à luz das teorias como eles enxergam o mercado local. No final teríamos um diagnóstico para melhorarmos a nossa graduação;
5- Para a área de Radialismo, temos que panfletar, publicar, divulgar e ensinar o que é um profissional de radialismo. Para tanto, fomentaremos o primeiro fórum de discussão sobre esse campo profissional convidando os donos de empresas de rádio e TV, funcionários da área, representação profissional, Ministério Público do Trabalho e Delegacia Regional do Trabalho, além dos professores da área para discutirmos a lei que regulamenta a profissão e a importância do diploma como forma de garantir à sociedade um profissional que tenha a oferecer algo a mais que a simples manipulação de equipamentos para produção de produtos radialísticos;
6- Propor, discutir e cobrar veementemente a reestruturação do LABCOM, independente de REUNI. As prioridades são:
a. Aquisição de pelo menos 20 (vinte) novas câmeras fotográficas profissionais digitais;
b. 02 (dois) computadores com HD gigante e memória ram acima de 2gb para as edições das fotografias;
c. 10 (dez) câmeras de vídeo mini-DV;
d. 02(dois) computadores com memória acima de 2gb e HD de tamanho considerável para instalação de programas para edição de vídeo não-linear;
e. 04 (quatro) computadores com memória acima de 2gb e HD de pelo menos 250gb para edição de áudio;
f. Estes computadores seriam montados em cabines individuais, assim o aluno de radialismo teria como treinar edição em rádio e se acostumaria com a rotina de uma rádio;
g. Aquisição de pelo menos 20 gravadores digitais de áudio;
h. Montagem de todo o “grid”, ou seja, todo o equipamento suspenso de iluminação para o estúdio de TV, além da iluminação assessória que fica em pedestais;
i. Aquisição de pelo menos 5 (cinco) equipamentos de iluminação auxiliar para câmera conhecidos como “pau-de-fogo”;
j. Aquisição de fitas para áudio e vídeo para utilização nos equipamentos mencionados (tem que fazer o levantamento das marcas e quantidade utilizada por semestre);
k. Aquisição dos programas de editoração eletrônica (QuarkPress, Photoshop, Corel Draw) e também aqueles utilizados para edição em WEB (DreamWeaver e outros);
l. Aquisição de um impressor a lazer para verificação das provas da editoração eletrônica bem como para impressão dos textos jornalísticos e dos roteiros e scripts para as áreas de rádio e televisão;
m. Além de verificar as outras necessidades do laboratório;
7- Dentro da política para colocar o Curso em evidência, propor e cobrar a concessão de título “Doutor Honoris Causa” para um grande nome da comunicação social. Sugerimos o professor José Marque de Melo, que é doutor e outras coisas mais, têm vários livros publicados, inclusive sobre jornalismo, e estará em Natal durante o INTERCOM, pois ele é o presidente do maior evento de comunicação social do país;
8- Realizar todo início de semestre a exposição dos trabalhos de conclusão de curso (TCC) em local público (Hall de entrada do CCHLA, ou na Reitoria, ou no Centro de Convivência) para mostrar para os alunos novatos e também para a comunidade universitária que o aluno de comunicação social é um dos mais criativos e produtivos da UFRN. Além de ser uma forma de reconhecimento dos colegas que deixam o curso para tentar um lugar no mercado;
9- Assumir o papel de CIEE, ou seja, estabelecer vínculos com essas agências de estágios para tornar público aos alunos do Curso quais são as vagas existentes para estágio e até mesmo aquelas para contratação efetiva. Essa divulgação seria feita por meio de um cadastro de e-mails dos alunos e de quadros de avisos exclusivos do CA que ficariam no corredor do Bloco H do setor 2 e também no LABCOM.
10- Propor e cobrar a criação de uma comissão de avaliação acadêmica permanente que ficaria responsável por avaliar o andamento do semestre nos três níveis: docente, discente e funcionários. Ao final de cada semestre, essa comissão elaboraria um relatório sobre os avanços e deficiências, além das propostas de melhoria. O documento seria encaminhado para as autoridades competentes além de ser publicado nos quadros de avisos e na página do CA.
11- Realizar as Olimpíadas de Comunicação Social com participação de equipes esportivas em determinadas categorias agregando alunos de todas as escolas de comunicação de Natal, além dos profissionais do mercado. Seria um evento que chamaria atenção não só da comunidade como da população local;
12- Cobrar e publicar a produção de pesquisa que os professores efetivos têm que realizar para cumprir a carga horária de dedicação exclusiva. Essa produção também seria publicada e divulgada, assim o público estudantil teria uma noção de quem se dedica ao curso;
13- Propor melhorias estruturais para a própria UFRN, com parceria do DCE, como a homenagem das vias internas com os nomes de personalidades que passaram pela instituição, por exemplo, a Rua da Biblioteca Central poderia se chamar Rua Zila Mamede; a avenida do Labcom poderia se chamar Berilo Wanderley (patrono do CA). Esses nomes serviriam até para orientar melhor motoristas, alunos e visitantes da UFRN;
14- Assim como os professores têm direito a passagem e hospedagem para participação em eventos de grande porte, iremos reivindicar o mesmo tratamento para os estudantes, inclusive com destinação paritária dos valores, pois muitos estudantes são privados de participar de eventos acadêmicos por falta de incentivo (financeiro);
15- Mobilizar os demais CA’s por meio do DCE ou mesmo de forma autônoma para que a representação estudantil da UFRN tenha espaço na TVU e na FMU, por meio de programas que divulguem as ações e projetos dos estudantes. Toda produção seria coordenada pelos estudantes de comunicação. Seria outro ponto para evidenciar o Curso de Comunicação Social entre os demais cursos da universidade;
16- Mobilizar o CA para participação nos debates sociais que acontecem fora da UFRN como as audiências públicas que acontecem na Câmara Municipal e na Assembléia Legislativa. A Comunicação Social não pode ficar alheia quando a sociedade discute meio ambiente e cidadania;
17- Promover cursos de atualização e capacitação para os estudantes. Deixar de esperar que o Curso ou certos professores tomem atitudes isoladas. Exemplo: convidar um locutor de FM para dar um curso de locução. Oficinas de fotografia, edição de imagem, edição de vídeo etc;
18- Promover concursos de fotografia e curtas de áudio e vídeo;
19- Criar uma logomarca do CA para confecção de souvenires para distribuição e depois vender os produtos com intuito de levantar fundos para as ações do Centro Acadêmico, ou seja, por em prática a lojinha do CA com camiseta, bloquinhos de jornalista, canetas, adesivos, chaveiros, etc;
20- Criação de pastas para as turmas poderem, com maior facilidade, promover a troca de documentos para Xerox, nas próprias Xerocadoras do setor.
21- Estimular as representações de períodos como forma de interagir com as turmas e também funcionar como um canal de relação CA – Aluno, ou seja, cada turma elegeria um representante que entraria em contato com o CA acerca dos problemas e sugestões da turma. Por que fazer mais essa representação? É simples, o Curso tem mais turmas que integrantes do CA. Assim, a turma que não tem um representante no CA teria uma pessoa responsável por entrar em contato com os líderes estudantis tanto para levar reivindicações e/ou informações quanto para receber informações e/ou convocações do CA;